Em uma noite que marcou um avanço significativo para a equidade tributária, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a aprovação unânime no Senado do projeto de lei 1087/2025, que promete aliviar o bolso de milhões de brasileiros. Investigando os detalhes dessa medida, vemos que ela isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil mensais, com redução parcial para rendas entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, e introduz uma taxação progressiva para altas rendas, começando com alíquota mínima para quem recebe acima de R$ 600 mil por ano e chegando a 10% para valores superiores a R$ 1,2 milhão, incluindo dividendos. Lula, em suas redes sociais, destacou isso como um “dia histórico” para um país mais justo, onde “quem ganha muito vai contribuir com a sua justa parte”. O governo estima que cerca de 25 milhões de pessoas pagarão menos impostos, enquanto apenas 200 mil enfrentarão algum aumento, promovendo um equilíbrio que beneficia especialmente a classe trabalhadora jovem, que muitas vezes luta com orçamentos apertados.
Aprofundando na tramitação, o PL foi enviado pelo governo em março, aprovado na Câmara em outubro e agora no Senado, com emendas apenas dos senadores Eduardo Gomes e Rogério Carvalho. Lula agradeceu ao presidente Davi Alcolumbre, ao relator Renan Calheiros e aos líderes envolvidos, ressaltando a unanimidade como uma “vitória da democracia e da justiça social”. Se sancionado até o dia 11 pelo presidente, as mudanças entram em vigor a partir de janeiro de 2026, com regras específicas para lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais sujeitos a 10% de IRPF, exceto para distribuições aprovadas até 31 de dezembro de 2025. Essa estrutura investigada revela um foco em redistribuição, incentivando jovens profissionais a vislumbrarem um futuro com menos pressão fiscal e mais oportunidades de crescimento.
Para o público jovem, essa reforma representa uma oportunidade real de respiro financeiro, permitindo que mais recursos fiquem no dia a dia para educação, moradia ou lazer, sem o peso excessivo de impostos. Analisando o impacto, é uma medida que corrige desigualdades antigas, alinhando o Brasil a modelos tributários mais progressivos e inspirando otimismo para uma economia inclusiva.