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Comissão de Saúde da CLDF expõe falhas graves na gestão do Iges-DF e atrasos em UPAs

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Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF
Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF

Na terça-feira, 26 de março de 2026, a Comissão de Saúde da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) expôs preocupações graves sobre a gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), com debates acalorados sobre a prestação de contas e o atraso nas obras de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Presidida pela deputada Dayse Amarilio (PSB), a reunião destacou falhas na transparência e na qualidade dos serviços, deixando parlamentares e representantes insatisfeitos com as explicações apresentadas. O foco negativo revelou potenciais desperdícios de recursos públicos, levantando dúvidas sobre a efetividade dos investimentos em saúde para a população do DF.

Debate revela falhas na prestação de contas

A Comissão de Saúde da CLDF analisou relatórios do Iges-DF sobre o uso de verbas e o progresso das obras das UPAs em Ceilândia, Brazlândia e Vicente Pires. No entanto, os representantes do instituto enfrentaram questionamentos intensos sobre prazos não cumpridos e fiscalização inadequada de contratos. Essa falta de clareza gerou frustração entre os parlamentares, que criticaram a aparente ineficiência na gestão de recursos públicos destinados à saúde.

Preocupações com qualidade e prazos das UPAs

Durante a sessão na Câmara Legislativa do Distrito Federal, os deputados apontaram atrasos significativos nas construções, o que compromete o atendimento à população em áreas carentes. A qualidade dos serviços prestados pelo Iges-DF também foi colocada em xeque, com relatos de deficiências que afetam diretamente os usuários. Essa situação reflete uma gestão problemática, incapaz de entregar resultados concretos apesar dos investimentos anunciados.

Exigência de transparência e fiscalização

O objetivo da reunião era garantir transparência na gestão de recursos públicos e assegurar que os investimentos beneficiem efetivamente a população do DF. Contudo, as respostas evasivas dos representantes do Iges-DF intensificaram as críticas, sugerindo uma necessidade urgente de maior rigor na fiscalização. Parlamentares enfatizaram que sem accountability, os problemas persistirão, prejudicando o sistema de saúde local.

É fundamental que haja transparência para garantir que os investimentos em saúde beneficiem a população do DF de forma efetiva.

A deputada Dayse Amarilio, ao presidir a comissão, reforçou a importância de ações corretivas imediatas. Essa reunião na CLDF serve como alerta para falhas sistêmicas no Iges-DF, podendo levar a investigações mais profundas. A população do Distrito Federal merece respostas concretas sobre o destino de seus impostos, e o tom negativo do debate indica que mudanças são essenciais para evitar mais prejuízos.

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