Em um jantar animado com aliados políticos nesta quinta-feira (27/11), o governador Ibaneis Rocha (MDB) não poupou elogios ao trabalho dos deputados distritais na aprovação do novo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) do Distrito Federal. Investigando os bastidores dessa conquista, fica claro que o chefe do Executivo local vê nessa atualização um marco histórico, após uma espera de 16 anos pela revisão. “Estávamos há 16 anos aguardando a revisão do PDOT”, destacou Ibaneis, enfatizando como o plano vai regularizar áreas que já vinham sendo invadidas irregularmente e abrir portas para expansões habitacionais seguras e planejadas. Para um público jovem que sonha com moradias acessíveis em uma cidade em crescimento, isso representa uma oportunidade real de futuro mais estável, com políticas que priorizam o desenvolvimento urbano sustentável e evitam o caos das ocupações desordenadas.
A aprovação ocorreu na Câmara Legislativa (CLDF) na terça-feira (25/11), com o Projeto de Lei Complementar número 78, de autoria do Poder Executivo, passando em dois turnos por 19 votos favoráveis. Deputados como Dayse Amarilio (PSB), Fábio Felix (PSol) e Max Maciel (PSol) optaram pela abstenção, enquanto Gabriel Magno (PT) votou contra, o que revela um debate acalorado mas majoritariamente positivo sobre o rumo do DF. O novo PDOT define diretrizes claras para zonas urbanas e rurais, prevendo um aumento de 5% na área urbana, o que deve guiar estratégias de planejamento territorial nos próximos anos. Essa expansão, segundo Ibaneis, não só atende à demanda por moradias regulares, mas também fortalece políticas ambientais e habitacionais, criando um ambiente mais equilibrado para a população em ascensão.
Ibaneis ainda complementou: “As pessoas não entendem o tanto que vocês, deputados e deputadas, fizeram por Brasília”, um reconhecimento que destaca o impacto coletivo dessa lei. Para os jovens brasilienses, investigando mais a fundo, o PDOT surge como uma ferramenta empoderadora, promovendo regularizações que podem baratear acessos a lotes e fomentar comunidades mais inclusivas, longe das incertezas do passado. Com foco em expansão ordenada, o plano promete um Distrito Federal mais vibrante e acolhedor, alinhado aos anseios de uma geração que valoriza planejamento e sustentabilidade.