A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comentou nesta sexta-feira (17/04/2026) a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, realizada pela Polícia Federal na manhã de quinta-feira (16/04/2026). A detenção ocorreu durante uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades na gestão de Costa à frente do BRB. A ação aprofunda as apurações sobre transparência e legalidade no banco estatal.
Detalhes da operação
A Polícia Federal deteve Paulo Henrique Costa em Brasília, no Distrito Federal, como parte das investigações em curso. A Operação Compliance Zero visa esclarecer supostas irregularidades durante o período em que Costa presidiu o BRB. Autoridades afirmam que a fase atual busca aprofundar as provas coletadas anteriormente.
Essa detenção representa um avanço nas apurações, com foco em práticas de gestão que podem ter violado normas de compliance. A Polícia Federal não divulgou detalhes adicionais sobre as evidências, mas confirmou a colaboração com outros órgãos de controle.
Declaração da governadora
Celina Leão reafirmou o compromisso do Governo do Distrito Federal com a transparência e a legalidade. Ela destacou que, desde o início das investigações, todas as medidas necessárias foram adotadas para auxiliar as autoridades. A governadora enfatizou a importância de esclarecer todos os fatos de forma rigorosa.
A atual gestão do Governo do Distrito Federal reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e o respeito às instituições. Desde o primeiro momento, todas as providências foram tomadas.
Seguiremos atuando com responsabilidade, rigor e absoluta clareza, garantindo que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos.
Impacto e próximos passos
A prisão de Paulo Henrique Costa pode influenciar a percepção pública sobre a gestão do BRB e do governo local. Analistas esperam que a operação traga mais clareza sobre as alegadas irregularidades, promovendo maior accountability em instituições financeiras públicas. O Governo do Distrito Federal continua a colaborar integralmente com a Polícia Federal e outros órgãos.
Enquanto as investigações prosseguem, a ênfase permanece na garantia de que todas as ações sejam transparentes. Essa abordagem reforça o respeito às instituições democráticas no Distrito Federal.