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Arruda defende elegibilidade e promete recuperar Brasília em entrevista ao Jornal de Brasília

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Vista panorâmica da Esplanada dos Ministérios em Brasília ao amanhecer
Vista panorâmica da Esplanada dos Ministérios em Brasília ao amanhecer

O ex-governador José Roberto Arruda, candidato pelo PSD ao governo do Distrito Federal, concedeu entrevista ao Jornal de Brasília nesta terça-feira, 11 de agosto de 2026, para detalhar sua candidatura, responder críticas ao governo de Celina Leão e apresentar propostas para saúde, educação e finanças públicas. Ele também defendeu sua elegibilidade após absolvição no caso da Operação Caixa de Pandora e destacou o apoio do vice Luiz Pitiman. Arruda afirmou que a grave situação atual de Brasília motivou seu retorno à vida pública.

Defesa da elegibilidade e trajetória

Arruda explicou que a Lei 14.230/21 define o início da inelegibilidade a partir da decisão de segundo grau, ocorrida em 2014 e encerrada em 2022. Ele ressaltou sua experiência como senador, deputado e governador para justificar a candidatura. O político negou irregularidades passadas e apontou que o Ministério Público pediu a nulidade das provas, resultando em absolvição.

Eu fui senador, deputado, governador. Foram muitos anos fora. O que me faz voltar à vida pública é o sentimento da sociedade de que Brasília nunca esteve num momento tão difícil.

José Roberto Arruda

Propostas para superar a crise

O candidato criticou o momento difícil vivido pela capital em saúde, educação e finanças, citando o apelo da sociedade por um gestor experiente. Entre os planos, ele mencionou a recuperação do BRB, melhorias na mobilidade urbana e ações imediatas para equilibrar as contas públicas. Arruda também abordou a necessidade de retomar investimentos em áreas essenciais para reverter o quadro atual.

A lei, a Lei 14.230/21, votada na Câmara e no Senado, sancionada pelo presidente e com parecer favorável do Ministério Público, diz claramente, no parágrafo 8º do artigo 1º, que esses oito anos de inelegibilidade começam a contar na decisão de segundo grau. No meu caso, foi em 2014 e venceu em 2022.

José Roberto Arruda

Ele concluiu que a absolvição encerra um capítulo de 16 anos de acusações que considerou uma armação, permitindo foco total na campanha ao lado de Luiz Pitiman.

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